Autodídaktos

Usabilidade? Í, esqueci!

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 30, 2007

“Os projetos de websites envolvem muitas etapas até a sua conclusão. Na etapa que envolve o desenho da interface, um dos aspectos que geralmente é esquecido é a usabilidade (SCHLAPAK et al, 2001).”

Nesses dois anos no qual trabalhei com design de interface nunca atentei para o termo usabilidade aplicado aos meus layouts. Sempre acreditei que um layout bonito era a solução dos problemas de qualquer cliente.

Em partes eu estava certo. Usabilidade está ligado ao design, mais aprendi que não é ele o atrativo maior para que o usuário sinta-se satisfeito ao visitar um site e nem é ele que vai fazer o usuário voltar.

A usabilidade apesar do ponto mais importante em um projeto, caiu no esquecimento das empresas e também não é lembrada por alguns profissionais e agências que desenvolvem soluções para web.

Empresas não investem em estudo de usabilidade dos seus produtos com foco no seu público alvo.
Agências, esquecem do  planejamento da usabilidade de um site na hora de fazer um orçamento para o cliente.

Porque?

Na hora de passar o orçamento de um projeto, agências estão mais focadas em fechar a venda do que fazer o seu trabalho direito. Procuram diminuir os custos para não perder o cliente e conseguem vender o projeto simplesmente mostrando um design bonito.

Muitas agências esquecem que na maioria dos casos o trabalho que realizam é para o cliente do seu cliente.

Dessa maneira, a falta de planejamento acarreta em insucesso durante o projeto e nos resultados esperado após a conclusão dos mesmo.

Quando eu falei que empresas não investe em estudo de usabilidade com foco no seu público alvo, disse pela experiência que tenho no mercado de web do estado do Espírito Santo.

Pensando nisso, resolvi procurar algo sobre o assunto. Acabei achando um texto assinado por Wiklund que me chamou muita atenção.

O texto fala sobre os benefícios que uma empresa tem quando investe em usabilidade.

Ele destaca os pontos:

• reduzido custo com suporte técnico e serviços ao consumidor;
• evitação de atrasos dispendiosos no desenvolvimento assim como a correção de problemas de usabilidade antes de iniciar a divulgação do produto;
• reduzido custo com o treinamento do usuário – uma interface bem desenvolvida, focada no usuário, pode reforçar o aprendizado, reduzindo o tempo e o esforço de treinamento;
• maior simplicidade no preparo da documentação do produto;
• precisão e possibilidade de usar os resultados dos testes no marketing, o que permite aumentar a aceitabilidade do produto, uma vez que é mais provável que o usuário confie em sistemas que dê acesso as funcionalidades e as informações de forma fácil, e as exibam em um formato fácil de assimilar e fácil de usar.

(Wiklund, 1994, Bevan, 2004):

A preocupação da usabilidade na web hoje faz parte de uma grande quantidade de profissionais ligado ao desenvolvimento de aplicações para internet e são eles os maiores evangelizadores sobre o assunto para seus clientes.

Mesmo que você não seja o profissional responsável pela usabilidade dos projetos na sua empresa aconselho ficar ligado no assunto, que além de muito importante é uma oportunidade de acrescentar qualidade ao seu trabalho.

Usabilidade desde já faz parte da minha lista diária de estudo e é aqui que vamos conversar sobre o assunto.

Grande Abraço

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O site fora da lei – Acessibilidade na web

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 27, 2007

Há algum tempo quando se iniciava a questão da acessibilidade na web a cada artigo que eu lia sobre o assunto novas interrogações surgiam na minha cabeça. Confesso que cheguei até pensar que isso era algo que eu não precisaria me preocupar. Um grande erro.

Nessa mesma época conversando com amigos cheguei a tratar o assunto como um ignorante de carteirinha. Tentava por mim mesmo levantar questões que derrubava qualquer idéia de que acessibilidade na web seria importante.

Alguns meses depois, já  trabalhando numa empresa de desenvolvimento web, tive a oportunidade de participar de um projeto para um órgão público muito importante do Espírito Santo. Pena que foi um fracasso! Vou explicar por que.

Depois de tantos problemas com a definição do design do site que ficou muito ruim, na hora de entregar o projeto tivemos uma grande surpresa. Era a data final de um prazo de 1 (um) ano no qual a lei de Decreto nº 5.296 de 02 de Dezembro de 2004 dizia:

“…será obrigatória a acessibilidade nos portais e sítios eletrônicos da administração pública na rede mundial de computadores (internet), para o uso das pessoas portadoras de deficiência visual, garantindo-lhes o pleno acesso às informações disponíveis…”

Na minha cabeça eu pensava: “Putz! como fui ignorante!. Hoje eu poderia está surpreendendo os donos da empresa”.

Bom, o projeto que teve todo o html escrito por mim, para a minha tristeza ficou totalmente fora da lei. Nada no site era preparado para se tornar acessível. O html nada semântico, não validado e com inúmeros erros. (dei uma olhada hoje)

De uma forma ou de outra, o projeto foi aceito do jeito que foi feito. Não sei o que os donos da empresa resolveram com esse cliente. Acredito que algo escrito no contrato que o cliente assinou o forçou aceitar o trabalho final. Sem contar que antes de começar o projeto eles não avisaram que o site tinha que ser acessível.

Mesmo assim, confesso que carrego um pouco de culpa. Afinal, pra mim é essencial um profissional de qualquer área está atualizado em questão a tudo que é relacionado a sua profissão. Eu aprendi a lição!

Acessibilidade na web se tornou um dos tópicos importantes na hora do desenvolvimento do projeto e está ligada a todas as áreas envolvidas no mesmo. Design, Programação, Conteúdo, etc..

Fazer um site acessível requer um grande requisito de coisas, mais o essencial são testes que quando possíveis realizado com pessoas com problemas reais, principalmente pessoas com deficiência física e de visão.

Você possui conhecimentos pra fazer um site acessível?

Quer saber um pouco mais da importância de pensar na acessibilidade de um site? Veja os videos abaixo. Todos muitíssimo interessante. Vale apena!



No dia 12 de Novembro de 2007 foi lançado o Clareou, primeiro buscador de sites acessíveis do Brasil. O Clareou ainda está passando por uma bateria de testes de qualidade. É um projeto com apoio técnico de diversos profissionais da área e idealizado por Rodrigo Costa dos Santos e Gustavo da Silva Bastos.


Acessibidade na web é um assunto interessante, extenso mais necessário. Faz parte dos meus estudos diários e é aqui que vamos conversar sobre o assunto.

Grande Abraço!

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Websemântica – O futuro da Web – WEB 3.0

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 27, 2007

Fazendo minha lista de coisas que eu pretendo estudar esse ano de 2008, destaquei uma no qual eu quero estudar muito. WebSemântica!.

Pra falar de websemântica é importante esclarecer que websemântica e semântica dos elementos html são coisas diferentes.

Semântica dos elementos html é simplesmente o uso da tag exata para cada tipo de informação contida na página.

Exemplo:

Se queremos fazer um título na página usamos a tag <h1></h1>

Se vamos colocar um endereço postal na página usamos a tag <address></address>

Certo?

Você pode está se perguntando agora: Mais então, o que é websemântica?

Antes de tentar explicar de maneira clara o que é websemântica vamos a definição da palavra semântica.

Semântica:

“na lingüística moderna é a disciplina que estuda as palavras e os enunciados como sendo objetos abstratos com um conjunto de propriedades e entre os quais se estabelecem relações que se definem nos termos predicação, tempo, aspecto, modalidade, valores de verdade, etc.”

Fonte:  Dicionário da Língua Portuguesa On-Line – PRIBERAM – http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx

Reparem a parte que diz: “..palavras e os enunciados como sendo objetos abstratos com um conjunto de propriedades…

Vamos ilustrar essa parte para entendermos melhor…

Palavra: Viajar (objeto abstrato)

Ou enunciado: Quero viajar. (objeto abstrato)

Podemos relacionar com: Data de ida, Data de volta, Destino, Tipo de Viagem, Condução, Hospedagem, etc.. Essas são as Propriedades.

Deu pra entender?

A proposta da websemântica é disponibilizar informações de maneira legível para uma maquina (celular, computador, etc), assim como a web de hoje é legível para nós humanos.

Pra cada “propriedade” (Destino, Tipo de Viagem, Condução) do objeto abstrato (no nosso exemplo, viajar) recebe um valor. Esse valor é a informação no qual uma aplicação pode analisar, relacionar com outra informação, comparar e até executar uma ação.

Seguindo esse exemplo imaginemos uma aplicação de turismo onde você diz que pra sua viagem existe os seguintes requisitos:

Data de ida: 20/10/2007
Data de Volta: 20/11/2007
Hora Viagem de ida: 10:00 até as 14:00
Hora Viagem de volta: 16:00 até as 22:00
Destino: Salvador-BA
Tipo de Viagem: Turismo
Condução: Avião
Hospedagem: Hotel
Tipo de Hotel: 5 estrelas
Condução do Aeroporto até o hotel: Táxi

Imagine que pra cada serviço, uma empresa diferente. ( Guia de turismo, Hotel, Aviação, taxi)

Utilizando recursos da websemântica a aplicação (agentes) poderá procurar na rede (web) empresas que disponibilizam os serviços que são compatíveis requeridos para sua viagem.

Para esse exemplo uma aplicação de turismo poderia fazer sozinho:

Comprar as passagens aéreas no site da empresa de aviação
Fazer a reserva no hotel
Procurar pontos turísticos da cidade e contratar um guia turístico.
Contratar o táxi para condução do aeroporto até a pousada

etc..

Na web atual isso não é possível. Você precisaria entrar no site de cada empresa com respectivo serviço e contratar os serviços escolhidos.

A idéia da websemântica é exatamente a criação de sistemas inteligentes para facilitar as nossas vidas.

Você deve está se perguntando agora.. Mais como eu vou fazer isso?

Desde já recomendo que você pesquise sobre:

Resource Description Framework (RDF):
Microformats
XML

Sobre esses assuntos, também vamos discutir por aqui ao longo dos nossos estudos, por isso vou finalizando por aqui.

Evoluir é preciso!

Grande Abraço


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JavaScript – O poder está em suas mãos!

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 24, 2007

Me lembro bem quando a mais ou menos uns cinco ou seis anos atrás quando eu fiz a minha primeira tentativa de entrar no mundo de desenvolvimento web. Naquela época, eu com aquela internet rápida da época e meu Pentium 100, super veloz (que na verdade era do meu irmão), me aventurei em aprender HTML.

Bom, naquela época logo que meus primeiros códigos html começaram a sair, eu já fui ficando muito empolgado. Mais os dias foram passando e eu queria de qualquer maneira aprender fazer algum efeito pra deixar as minhas páginas mais atraentes. Foi quando então descobri o Gif Animado. Foi uma maravilha! Fazia cada gif maneiro! Lembro bem que eu usava o Corel Photo Paint pra isso. Guerreiro né? Pois é, foi um tempo bacana!

Um pouco mais à frente descobri a tag marquee e seus atributos. Ahhhhhhh garoto! Ai não tinha pra ninguém! Eram textos indo pra lá e pra cá, subia, descia, piscava. Uma coisa louca!

Logo fui percebendo que eu queria algo mais, comecei pesquisar e descobri então o JavaScript. Mais como aquilo era complicado! Eu não entendia nada! Código daqui, código de lá, ficava na frente do pc dia e noite tentando entender alguma coisa. Mais nada! Eu não tinha nenhum conhecimento de programação e nem imaginava como alguém poderia aprender aquilo.

Passaram meses, talvez muitos meses. E eu sempre tentando aprender algo novo, comprei meu primeiro livro sobre uma tecnologia de programação para internet. Adivinha sobre o que era o livro? Pois é, Javascript! A Bíblia do Javascript, tradução da 4º Edição Americana Escrito por GoodMan (ainda tenho ele aqui).

Hoje quando eu lembro, tenho até que rir. Aonde eu ia levava o livro comigo. Escola, meu trabalho, passava horas e horas lendo aquele trambolho de livro. O pior é que quanto mais eu lia, mais eu ficava frustrado, não entendia nada!

Na verdade, pra dizer que eu não aprendi nada, aprendi fazer uns alertas, mais foi só.

Quando eu já estava muito desanimado de continuar tentando, vieram alguns amigos e falaram:

Í rapá, esquece JavaScript isso já é coisa do passado!. Agora o lance é Asp e php!

Eu pensei: Como assim? Gastei dinheiro por nada?

Bom, eu já estava desanimado mesmo, falei pra mim mesmo. Quer saber já que isso é coisa do passado vou deixar isso pra lá.

Pra minha tristeza de hoje, foi o que eu fiz!

Quando começaram falar sobre web 2.0 em 2006 o JavaScript veio com uma força enorme no mundo do desenvolvimento web. O ajax que é baseado em javascript tomou força e transformou-se em um conhecimento desejado por qualquer programador web.

Em tempo de web 2.0, o que a gente encontra de ferramentas on-line feitas com javascript não é brincadeira. São inúmeros sites que se caracterizaram como sites da web 2.0

Bons Frameworks de Javascript e vários adeptos também surgiram, o único problema foi o uso demasiado dos frameworks.

Caso real que eu vi acontecer foi um programador usar uns dois ou três frameworks em um só projeto, trazendo assim uma grande dor de cabeça pra quem foi e vai fazer a manutenção do mesmo que muita das vezes perde horas e horas tentando simplesmente entender o que está feito ali.

Enfim, Javascript sem dúvidas é o poder, mais é essencial o bom senso na hora de usá-lo, principalmente quando se trata de frameworks.

Eu, apesar de não ser programador, gosto demais de ler e ver algo sobre JavaScript, tanto que nesse ano de 2007 comprei um outro livro que se chama JavaScript O guia definitivo, escrito por David Flanagan. É um bom livro! Bem didático e é da série O’REILLY. Às vezes o leio um pouco, como eu falei. Gosto muito!

Javascript também faz parte dos meus estudos e é por isso que no blog criei uma categoria para falar de JavaScript. Aqui postarei o que eu ando fazendo. Talvez alguns tutoriais e sem dúvida muitos links.

Até a próxima!

Aproveitando… Feliz natal a todos os amigos! Muita paz e saúde para vocês!

Grande Abraço

GRS – Gerência de Risco de Software

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 23, 2007

Riscos acompanham qualquer atividade humana. (Ghezzi et al., 1991)

Atualmente na empresa onde trabalho existe uma questão que perturbava e pertuba a maioria dos funcionários quando se trata de gerência de Projetos. Os métodos aplicados na empresa não satisfaz a muito tempo programadores e designers que ali convivem juntos.

Logo que o assunto virou um dilema do dia a dia, eu comecei a ler sobre o assunto. Fiz uma pesquisa no PAI DOS AUTODIDATAS (Google)  e como sempre achei inúmeras fontes com textos muito interessantes sobre o assunto em questão.

Eu, totalmente leigo no assunto li algumas matérias e cada vez mais que eu lia via que o que acontece na empresa onde eu trabalho é realmente tudo errado. 

Sendo asssim, gerência de projetos virou um dos importantes assuntos no qual eu pretendo seguir estudando como autodidata.

O primeiro post sobre gerência de projetos é exatamente sobre um dos assuntos que me chama muita atenção em gerência de projetos, o GRS (Gerência de Risco de Software).

São grandes os riscos de um projeto não sair como o esperado. São ínumeros erros que podem acontecer e está preparado para resolve-los é essêncial.

O que esperamos de um projeto é basicamente um software confiável feito com o tempo e recursos determinados. Mais em qualquer projeto há riscos de extrapolar tempo e orçamento.

GRS é um assunto muitas vezes sem importância para algumas empresas, mais o estudo e busca de soluções para minimizar os riscos de tudo dar errado no seu projeto é essêncial para empresas que querem se destacar no mercado e logicamente vender qualidade.

Sobre GRS, encontrei um estudo onde apontava quais eram os riscos de software mais comuns, no qual alguns importantes gerentes de projetos apontavam quais realmente eram os problemas que faziam parte da vida deles.

Achei bem interessante porque alguns dos problemas apontados fazem realmente parte do dia a dia da empresa no qual eu trabalho.

O estudo tinha os seguintes itens:

RISCOS CLASSIFICADOS POR TIPO DE RISCO

1 – CLIENTE

1.1 – Falta de Envolvimento dos usuários.
1.2 – Falha em obter compromisso dos usuários.
1.3 – Falha na gerência de expectativas dos usuários.
1.4 – Conflito entre os departamentos do usuário.

2 - REQUISITOS

2.1 – Não entendimento dos requisitos.
2.2 – Escopo/Objetivos não claros.
2.3 – Instabilidade de requisitos.

3 – PLANEJAMENTO

3.1 – Falta de compromisso da gerência sênior com o projeto.
3.2 – Falta de conhecimento/Habilidade pela equipe.
3.3 – Equipe insuficiente ou inadequada.
3.4 – Cronograma e orçamento não realistas.
3.5 – Falta de uma metodologia de projeto.

4 – EXECUÇÃO

4.1 – Introdução de novas tecnologias.
4.2 – Requisitos criados pelos desenvolvedores (gold plating).
4.3 – Desenvolvimento errado das funções ou interface (implementação não atende à especificação).
4.4 – Sub-contratação (tarefas ou componentes desenvolvidos externamente).
4.5 – Uso de recursos e desempenho do sistema inadequados.
4.6 – Projeto (desenho) inviável.

 fonte:  18º Simpósio Brasileiro de Engenharia de Software

Apesar de todos os itens citados acima realmente ser de grande importância pra análise os itens que mais me chamam atenção são:

2.2 – Escopo/Objetivos não claros.
3.1 – Falta de compromisso da gerência sênior com o projeto.
3.4 – Cronograma e orçamento não realistas.

Isso talvez pelo fato de que são os problemas mais real dentro do meu local de trabalho.

O estudo mostrava também algumas práticas para minimizar esses riscos, mais quem sabe isso não fica para um post futuro?

Grande Abraço

Coroflot – Design Jobs e Portfolios

Posted by: Raphael Nikson on: Dezembro 22, 2007

coroflot

Não é de hoje que todos sabem que santo de casa não faz milagre não é?

Qual designer que nunca enrrolou muito tempo pra ter um porfólio online?

A proposta do coroflot é uma ótima alternativa para designers ou qualquer outro profissinal ligado ao estudo de formas  que precisam divulgar o seu trabalho via internet.

 Até a data deste post o coroflot já tinha um banco de dados com mais de 75.959 portfólios online. Entre Arquietos, designers de produto, Designers Gráfico, Webdesigners, sem dúvidas não é dificíll achar portfólios com trabalhos de alto nível de qualidade,  transformando assim o coroflot também em um ótimo lugar pra inspiração. 

Você pode criar sua conta gratuitamente no coroflot, criar seu portfólio, comentar trabalhos de outros profissionails, procurar Jobs para Freelancer, fazer novos amigos designers criando sua network, participar de comunidades sobre designer e assuntos relacionados além de ser convidado a qualquer momento para um trabalho.

Em menos de um mês que eu criei a minha conta, consegui um contato para fazer um layout de um site de uma empresa americana.. O resultado??

você pode conferir no meu portfólio, acesse: www.coroflot.com/raphaelnikson

O que você está esperando? Faça também o seu portfólio no coroflot!

Ah, e não esquece de me adicionar na sua network

Grande  Abraço!